Regata Ratier

Quando Villegagnon chegou ao Rio de Janeiro em Novembro de 1555, percebeu a importância de fortificar a pequena Ilha situada na entrada da Baia de Guanabara para defender o que seria a França Antártica e instalou duas baterias de artilharia. A ilhota que passou a ser conhecida como “Le Ratier” (Ratoeira em francês) logo foi abandonada e só voltou a ser reconstruída e ocupada muitos anos mais tarde pelos portugueses. O Forte Tamandaré (Ilha da Lage) foi desativado nos anos 90 e desde então tem sofrido com a ação do tempo, do mar e de vândalos que já levaram o pouco que restava desse verdadeiro patrimônio histórico e cultural do Rio de Janeiro e do Brasil.

A Regata Ratier, organizada pelo Clube Carioca de Canoagem, representa um abraço simbólico no “nosso Lage”, e tem como objetivo promover a canoagem oceânica, oportunizando o encontro de canoístas de vários horizontes e buscando atrair um maior número de praticantes. O nosso evento também pretende chamar a atenção para a necessidade de preservar os ambientes cultural, histórico e natural da Baía de Guanabara.

Veja tudo o que aconteceu na última edição:

VII  Regata Ratier - Troféu Seu Gomes de Canoagem

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